É festa no terreiro
É a noite do Sagrado
É a noite de Omulu
Os atabaques anunciam
O elo entre o homem, os sagrado e a música
Abriu-se a roda
Por mulheres com seus vestidos rodados e rendados
Os homens com um traje específico
Eles falam com o corpo
E interpretam com a alma
Entregam seus corações a sua crença, a sua religião
A música ressoa pelo ar
O corpo fala, o corpo grita
E o ambiente é completamente tomado pela fé
A Bahia respira a África
E a África sente a Bahia
Tudo se mistura e vira uma coisa só
Cinema, política e Bahia: entrevista com Pablo Villaça
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Há 8 anos
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